Conferência Nacional Sustentabilidade Brasil 2026

25 e 26 de junho de 2026 Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) · Vitória, ES

Três territórios, uma agenda: finanças climáticas para os biomas que o Brasil não pode perder.

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Como a CNSB Funciona

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Curadoria

A Metodologia Bola de Neve

A curadoria da CNSB é liderada pela Kick e orientada por uma metodologia que parte da premissa de que ninguém sabe tudo, mas muita gente sabe muito. Por isso, a construção dos temas e a seleção dos especialistas convidados seguem a lógica da bola de neve.

Um especialista indica outro, que indica outro, que indica outro. A cada rodada, os temas se refinam, as lacunas aparecem e os nomes que realmente conhecem aquele assunto emergem pela reputação entre pares, não pela visibilidade de mercado.

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Edição 2025 em Números

CNSB em Números

1.500+
especialistas ouvidos no processo de curadoria
300+
participantes ativos como painelistas, integrantes de GTs ou na Jornada Científica
2.400+
pessoas no público presencial
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Diversidade do Saber

Saber Orgânico

Esse universo inclui pesquisadores, lideranças comunitárias, gestores públicos, financiadores e povos tradicionais. A CNSB parte do entendimento de que o conhecimento não nasce apenas nas universidades. Nasce também no território, na oralidade, na experiência de quem vive o problema.

"O saber orgânico: o conhecimento que vem da terra, da escuta e da memória dos que habitam e sustentam os ecossistemas que a ciência estuda." — Nêgo Bispo, pensador quilombola
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Produção de Conhecimento

Gravado, Transcrito e Sistematizado

Todo o conteúdo produzido durante a conferência — os painéis, os grupos de trabalho e a jornada científica — é gravado, transcrito e sistematizado.

O objetivo é transformar informação qualificada em dados acessíveis, ao registrar o que especialistas e comunidades têm a dizer e colocá-lo em formatos que mais gente possa usar.

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Pesquisa

Jornada Científica

A Jornada Científica é a porta de entrada para a pesquisa na conferência. Realizada em parceria com o PPGES e a UFES, recebe submissões de artigos que passam por avaliação especializada.

Os trabalhos selecionados são apresentados durante o evento e os melhores compõem, juntamente com as sínteses dos Grupos de Trabalho, um livro publicado em parceria com a UFES e o IJSN.

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Produtos

Entregas da CNSB

  • Relatório Técnico Integradocom as sínteses de todos os debates.
  • Pipelines técnicoselaborados pelos Grupos de Trabalho.
  • Livro com artigos selecionadosda Jornada Científica, em copublicação com a UFES e o IJSN.
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Representatividade

Quem Fala na CNSB

A CNSB trabalha com metas de representatividade que fazem parte da curadoria desde o início: no mínimo 50% de mulheres com voz nos palcos e 40% de diversidade. Todos os participantes são técnicos com contribuição real para o tema.

A CNSB não trabalha com influenciadores nem com formatos de entretenimento. A participação não é remunerada. A verba de mobilização destina-se à ajuda de custo de lideranças indígenas, quilombolas e comunitárias para que participem com voz ativa nos debates.

Três Etapas, Uma Agenda

Em 2026, a conferência acontece em três etapas nacionais, cada uma com território e tema próprios, complementares entre si.

⬤ Etapa 1
Espírito Santo
Vitória · UFES
25–26 de junho 2026

Financiamento climático, biomas costeiros e transição industrial. Dez painéis técnicos, quatro GTs e Jornada Científica.

⬤ Etapa 2
Rio Grande do Norte
Natal
A definir

Etapa preparatória para a UNCCD COP17. Tema central: desertificação — transição energética, mineração e agroecologia.

⬤ Etapa 3
Paraíba
Campina Grande
A definir

Caatinga, cidades resilientes, justiça climática e turismo. Encerramento do ciclo CNSB 2026.

As Etapas em Detalhe

A Etapa 1 abre o ciclo nos dias 25 e 26 de junho, na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), em Vitória. O foco é o financiamento climático, os biomas costeiros e a transição industrial. A programação inclui dez painéis técnicos, quatro grupos de trabalho com entrega de documentos e a Jornada Científica, em parceria com o PPGES/UFES e o IJSN.

A Etapa 2 acontece no Rio Grande do Norte como etapa preparatória para a UNCCD COP17 — a conferência das Nações Unidas sobre combate à desertificação, que acontece em Ulaanbaatar, na Mongólia, de 17 a 28 de agosto de 2026. O tema central é a desertificação, organizado em três eixos: transição energética, mineração e agroecologia. A programação completa será divulgada em breve.

A Etapa 3 fecha o ciclo na Paraíba, em Campina Grande, com foco na Caatinga, em cidades resilientes, em justiça climática e em turismo. Data e programação completas serão divulgadas em breve.

Os produtos das três etapas formam o material que o ISB levará à Semana do Clima de Nova York e à COP31, em Antalya, na Turquia, em novembro de 2026.


Linha do Tempo 2026

25–26 de Junho 2026
🟢 Etapa 1 — Vitória, ES
Universidade Federal do Espírito Santo · 10 painéis técnicos · 4 GTs · Jornada Científica · Pipeline bancável
A definir
🟠 Etapa 2 — Rio Grande do Norte
Natal, RN · Etapa preparatória para a UNCCD COP17 · Desertificação, transição energética, mineração e agroecologia
17–28 de Agosto 2026
🌍 UNCCD COP17 — Ulaanbaatar, Mongólia
Conferência das Nações Unidas sobre Combate à Desertificação · O Brasil participa com insumos produzidos na Etapa 2
A definir
🟡 Etapa 3 — Paraíba
Campina Grande, PB · Caatinga · Cidades resilientes · Justiça climática · Turismo · Encerramento do ciclo CNSB 2026
Julho–Agosto 2026
Relatório Técnico Integrado + Policy Briefs
Consolidação dos resultados das três etapas · Policy briefs em PT e EN · Preparação para circulação internacional
Setembro 2026 — Climate Week NYC
Circulação Internacional — Nova York
Apresentação dos policy briefs para audiência global · Posicionamento do Brasil no debate climático internacional
Novembro 2026
⭐ COP31 — Antalya, Turquia
Pipeline tripartite PB–RN–ES como contribuição técnica do Brasil · Relatório CNSB 2026 submetido à COP31
Realizador

O Instituto Sustentabilidade Brasil (ISB) promove e implementa iniciativas voltadas para a sustentabilidade e a redução das desigualdades no Brasil. Através de parcerias estratégicas com organizações públicas, privadas e do terceiro setor, constrói uma rede de colaboração intersetorial para fomentar soluções inovadoras.

Apoio
ABRAPS — Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável
PPGES-UFES — Programa de Pós-graduação em Engenharia e Desenvolvimento Sustentável